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terça-feira, 3 de maio de 2011

OSAMA FOI OU NÃO FOI?

E aí, Osama Bin Laden está vivo ou morto?









Muitos dizem tê-lo visto caminhando alegremente no Central Park em New York, fazendo compras e se divertindo.
















Outros ainda, acreditam que ele possa estar escondido em uma de suas cavernas de luxo.















Outros céticos acreditam na possibilidade dele ter realizado uma plástica para ficar irreconhecível.









E você Lula, o que você acha do Osama?








Mas, na verdade, quase ninguém sabe o que realmente aconteceu com o amigo nº01 dos americanos, ora digo, inimigo.

domingo, 30 de janeiro de 2011

REVOLTA POPULAR EGÍPCIA

Haha. Até que enfim algo em que todos deveriam se orgulhar. Há tempos este planeta está murcho de revoltas populares significativas; normalmente as pequenas revoltas são sufocadas pelo poder dominante da região, que normalmente é o poder político.
Há tempos o Brasil não vê estudantes nas ruas. Nos centros estudantis o papo é sobre cinema, festas... e a prática é sinuca e baralho. Será que não existem mais jovens como os de antes? Duvido, pois jovem é jovem, e estes só não se sacodem devido a não enxergarem um palmo à frente de seus narizes. Culpa de quem? essa é outra história.
Pobre Brasil, pobre mundo que camufla sua podridão e sua ruína com medidas paleativas, através de reformas que não existem, programas que não funcionam e soluções desesperadas, e quando se fala em reforma do ser humano, dizem que é papo de budista.
Pasmem meus colegas, pois, esta revolta popular egípcia nada mais é do que o resultado do que vemos todos os dias. Não é por eleições fraudelentas que o povo egípcio se revolta; por acaso eles suspenderiam esta revolta com novas eleições? Não sei. Só sei que estamos precisando de uma dessas por aqui, talvez por todo este planeta.
A história mostra que o revoltado de hoje pode ser o opressor de amanhã, pois, as pessoas costumam se indignar com seus próprios problemas, ou seja, quando você não tem mais problemas consigo mesmo, passa a acreditar que o problema alheio atrapalhará sua vida tranquila. Quer exemplos: nosso grande jornalista crítico Arnaldo Jabour que foi militante durante a ditadura militar brasileira, proptesta contra qualquer revolta violenta popular, ou seja, hoje os seus problemas acabaram e ele tende a ser um água morna, "fala mas não faz". Ou seja, quando o povo cansa de ouvir suas histórias e decide fazer história com as próprias mãos, ele acha que é um atentado à democracia.
Ora bolas, as mudanças ña história nunca ocorreram com palavras, mas com atos, e acredito eu que a imprensa não deveria sufocar os atos da população.
Fato é que esta revolta egípcia é insatisfação contra os maus exemplos dos seus governantes, contra o abuso, a falta de moral e de ética e sobretudo a falta de amor ao ser humano.
Não creio que esta será a última revolta popular deste ano. Acredito sim que veremos estas sempre e cada vez com mais intensidade.
Ou seja, para um mundo melhor, faça da indignação e da dor do seu semelhante a sua própria dor e a sua própria indignação.